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Perda de olfato e Alzheimer: o que a ciência está estudando?


O olfato é um dos sentidos que pode se alterar precocemente em doenças neurodegenerativas.


Pesquisas investigam se mudanças persistentes na capacidade de sentir cheiros podem estar associadas a alterações cerebrais iniciais.


Isso não significa que toda perda de olfato seja Alzheimer.Infecções, envelhecimento natural e outras condições também interferem.


Mas o interesse científico nessa área cresceu porque as regiões cerebrais ligadas ao olfato estão entre as primeiras afetadas na doença.


Ainda não é um teste diagnóstico isolado.Mas é um campo promissor de investigação.


Observar mudanças persistentes e discutir com o médico é sempre prudente.

 
 
 

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"As informações e sugestões contidas neste site tem caráter meramente informativo. Elas não substituem consulta, aconselhamento e acompanhamento de médicos, psicólogos, nutricionistas, gerontólogos e outros profissionais especialistas.”

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