Perda de olfato e Alzheimer: o que a ciência está estudando?
- Lina Menezes

- 24 de fev.
- 1 min de leitura

O olfato é um dos sentidos que pode se alterar precocemente em doenças neurodegenerativas.
Pesquisas investigam se mudanças persistentes na capacidade de sentir cheiros podem estar associadas a alterações cerebrais iniciais.
Isso não significa que toda perda de olfato seja Alzheimer.Infecções, envelhecimento natural e outras condições também interferem.
Mas o interesse científico nessa área cresceu porque as regiões cerebrais ligadas ao olfato estão entre as primeiras afetadas na doença.
Ainda não é um teste diagnóstico isolado.Mas é um campo promissor de investigação.
Observar mudanças persistentes e discutir com o médico é sempre prudente.



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